segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Uma das minhas motivações se chama Masako Mizutani

   Olhem para à foto acima. Quantos anos vocês acham que essa mulher tem? Eu, antes de saber sua verdadeira idade, disse  no máximo uns 21 anos.  Antes de colocar essa questão aqui, eu perguntei para alguns familiares e amigos. Suas respostas foram as mais variadas, mas nenhum chegou perto da verdade. Masako Mizutani, a "moça" da fota, tem, inacreditáveis, 44 anos. Isso mesmo, 44 anos.
   Masako, nasceu em 1968. Vive em Nagoya, Japão. Dona de casa e mãe de dois filhos, sendo que a filha mais velha tem 20 anos.
   Alguns podem pensar que a  imagem acima tem Photoshop, e acho que tem mesmo. Eu vi alguns vídeos dela e deu pra perceber que ela não é exatamente assim. Mas essa mudança é muito pouca, e sua aparência continua muito jovial para sua idade. 
   Claro que o fato de Masako, ter uma aparência incrivelmente jovem chamou a minha atenção - espero envelhecer tão bem quanto ela - mas não foi esse motivo que me levou a postar parte da sua história aqui, e sim,  a grande determinação, que poucos  notaram, que Masako tem.
   Masako Mizutani não tem nenhuma fonte da juventude ou que os causadores dessa eterna juventude são seus genes. Ela dedica algumas horas do seu dia, cuidando da sua pele, corpo e mente. Seus hábitos são os mais saudáveis possíveis. Depois de acordar e antes de dormir ela tem uma rotina, que é fielmente cumprida. Ao longo do seu dia, ela toma cuidados com sua alimentação, pratica exercícios físicos,  faz alguns procedimentos estéticos - mas nunca fez cirurgia plastica- e o mais importante, pelo menos pra mim, ela toma muita água  sempre usa protetor solar, não fuma e nem bebe.
   Agora imaginem como deve ser cansativo praticar, todos os dias, esses inúmeros cuidados. No começo, até pode ser divertido, mas com o tempo, vai se tornando algo enjoativo, até mesmo,  entediante. Mas mesmo assim, Masako, continua sua difícil missão de se manter jovem.
   Essa determinação que ela tem, todos nós deveríamos ter. Não estou falando que devemos ter determinação para não envelhecer - se bem que Masako, só reforçou a ideia que envelhecer é uma questão de escolha - e sim, que sempre, todos os dias, todas as horas, todos os minutos, devemos sempre tentar alcançar nossos objetivos. Ela, com seus 44 anos, conseguiu e consegue manter sua juventude, mas para isso, todos os dias usa sua determinação para tal feito.
   Com determinação e força de vontade podemos conseguir realizar os mais difíceis e quase impossíveis objetivos, mas para isso, precisamos dedicar todos os dias das nossas vidas. Na minha opinião, nada é impossível.
   
 

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Meus vídeos

  
  Pessoal mais um vídeo que edito. Esse vídeo segue o mesmo segmento que o outro, que já publiquei aqui.
 A música que toca se chama: Sob o mesmo céu azul. É  a versão em português de encerramento de um anime. E o vídeo tem um estilo bem Vintage.
 Quando eu for publicar  novos vídeos, produzidos por mim, os títulos serão sempre esse.

Ps: O rapaz loiro, alto e bonitão - Já sei que mentir é feio, mas enfim - que aparece no final do vídeo e em algumas cenas só eu.

sábado, 18 de agosto de 2012

A completa felicidade


  Às vezes, principalmente quando algo incomum ou alguma questão muito sensível no meu ponto de vista,  acontece no meu cotidiano, começo a questionar a vida. Por quê, parece que nunca vamos conseguir ser tudo aquilo que sempre sonhamos? Temos o direito de sonhar com o que quisermos, mas não significa propriamente que iremos realmente conseguir realizá-los. Talvez isso só aconteça comigo, mas por mais que eu tente e tenha consciência de que a vida não é fácil pra ninguém, parece que seu peso é cem vezes mais pesado pra mim.
  Às vezes, uma palavra, uma simples e "normal" palavra, pode trazer ou causar verdadeiras catástrofes em nossas vidas. Não interessa se  elas serão verdadeiras ou falsas,  tudo tem uma reação e muitas vezes elas são como deveriam,  ou não, ser.
 Neste exato momento estou totalmente desgastado com a minha vida. Estou sem a menor paciência com tudo e a todos à minha volta. Um simples olhar é o suficiente pra mim sentir e transmitir, internamente, uma raiva totalmente desconhecida, porém, e espero, passageira.
 Será que finamente, depois de um longo  período de negação , os sinais da  carência estão dando o ar das graças? Não que nunca tenha sentido os sintomas antes, mas essa falta de paciência que ultimamente estou praticando e algo, no mínimo, estranho.
 Sei que todos nós somos alvos dessa "doença" e que ela pode aparecer quando menos imaginamos, mas porquê logo agora, quando estou... humm... vamos dizer "fragilizado" por causa de  alguns acontecimentos recentes da minha vida, ela foi aparecer? Ela simplesmente chegou e reforçou a ideia - que por mais que me recuse à aceitar -, que sou igual a todo mundo, que busco inconstantemente a inteira felicidade, que está interligada a ideia de ter alguém, de saber que sou capaz de encontrar um ser que retribua e distribua afetividade. Sim caros leitores, depois de um longo tempo de reflexão cheguei à esse  resultado. Só seremos completamente felizes, quando obtivemos o sucesso integral, até mesmo no quesito relacionamentos amorosos. Não estou nem falando de amor, mas só o fato de poder compartilhar as nossa frustrações,  saber que alguém realmente se importa com agente e poder satisfazer nossas necessidades irracionais já é algo confortante.
 Talvez, eu só tenha dado tanto valor há esses sentimentos por estar.... humm... vamos dizer "fragilizado", mas sei, com completa convicção, que felicidade está ligada com vários fatores, sendo que muitos, somos completamente dependentes do destino.
 Enquanto não encontro as soluções para os meus problemas tento anestesia-los. Infelizmente não tenho nenhuma bebida alcoólica  aqui - e mesmo se tivesse, não gosto de beber -, por isso estou afogando as mágoas com  belos e grandes pedaços de torta - acho que é de presunto -, tomando vários copos de refrigerante ,  depois vou comer alguns pacotes de bolachas recheadas - uma coisa que não reclamo é esse maravilhoso presente que a genética me deu de não engodar. Posso comer o que quiser e quanto quiser que nada muda no meu corpo, mas mesmo assim tento levar uma vida saudável - e pra fechar o procedimento, ouvir muita, mais muita, música.

     

 
 


sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Mais uma paixão na minha vida

 
   Acho que descobri mais uma paixão na minha vida. Editar vídeos e muito legal!!
 
   Segue abaixo  a minha primeira criação. O vídeo é como se fosse um vídeo clip, só que bem mais amador.
 
   A música que toca se chama I was here - Pra quem não sabe, essa é a nova música da ONU.- Já o vídeo, eu me inspirei no clip de uma música chamada Vídeo games.
  O meu vídeo, é derivado de várias outras cenas de outros vídeos. Alguns são bem antigos, outros atuais, algumas cenas são amadoras, outras profissionais, enfim. Espero que gostem


  Só pra terem uma ideia, o vídeo tem 4 minutos, mas eu gastei mais de 9 horas editando-o, isso sem contar o tempo que gastei assistindo os vídeos, salvando no meu computador, escolhendo as melhoras cenas e mudando a qualidade e desempenho das mesmas.

   PS: O garoto bonito - eu sei que mentir e muito feio, mas enfim - que aparece no final e em algumas outras cenas, sou eu. Espero que não se assustem.


domingo, 5 de agosto de 2012

Meu antigo compulsivo vício

   Antes de tirarem suas conclusões leiam todo o texto.

   Começou mais ou menos assim. Minha vida era comum e normal - bom, minha vida nunca foi tão normal e comum assim, mas enfim - como qualquer outra. Não tinha muitas preocupações. Dedicava meu tempo à hábitos  dinâmicos e nunca imaginei que poderia conhecer algo tão viciante. Até que esse dia chegou. A primeira vez que ouvi sobre o meu antigo compulsivo  vício, foi através  de amigos. Eles diziam que todos estavam usando, que era perfeitamente normal, muito legal  e totalmente acessível e fácil de usar.
   Escutando essas palavras, uma curiosidade nasceu em mim. Será mesmo que era tão bom assim? Nessa época, lembro que minha vida estava um tanto movimentada. Eu trabalhava, estudava de noite, fazia 3 cursos e no domingo, meu único dia de folga, eu estudava teatro. Talvez, por causa do pouco tempo disponível que eu tinha, demorei para ceder a tentação.  Só que, os incentivos dos meu amigos só aumentavam e  não tardou muito de eu encontrar um tempo para conhecer e provar o meu antigo vício.
   Posso dizer que no começo, não entendi nada. Não sabia como usar,  pensei que não daria muita atenção a esse hábito. 
   Mas como tenho facilidade para aprender, rapidamente compreendi como funcionava, o que tinha que fazer e como e onde poderia usá-lo. Foi aí que percebi que era tudo, e mais um pouco, aquilo que meus amigos me retratavam. 
   No começo eu o usava de vez em quando. Depois de um certo tempo, começou a ficar constantes os usos e  quando menos imaginei, estava praticamente  entrelaçado à questão. Me preocupava demasiadamente com o meu vício e sempre tentava aperfeiçoá-lo.
   Só que com o tempo percebi que não valia tanto esforço assim. Era e é  importante ter um, só que não dá forma que eu estava usando. Sempre vou usá-lo, só que  de uma forma mais "tranquila" . Hoje posso dizer que é um hábito totalmente normal pra mim. Não me preocupo com o que vão pensar ou se vão comentar ou o que os outros estão fazendo com suas partes. Agora sei, que dessa forma é muito mais legal e compensador ter um.
    É, meu antigo compulsivo vício pelo FACEBOOK, não foi fácil -tenho certeza que 99% de vocês, imaginaram outra coisa.-

PS: Caso, algum de vocês que me tenham no facebook, quiserem mandar indiretas pra mim e querem ter a absoluta certeza que eu as leia, me marque na mensagem ou publique quando estiver online. Eu, até quando era um facecoólatra, não gosto de ficar fuçando - menos as pessoas bem próximas a mim e mesmo assim só espio de vez em quando- os perfis dos outro usuários. Como já tinha mencionado em outro texto, quando  faço isso, sinto como se minha vida fosse menos interessante - o que pode ser verdade mesmo -, porque se não tenho nenhum interesse ou intimidade com aquele usuário, então pra quê eu estou fuçando suas fotos vídeos e atualizações?
    Estou escrevendo essa pequena nota por dois motivos. Um, porque às vezes tenho quase certeza  que determinada frase foi pra mim - e na boa, e muito ruim ficar com essa dúvida -. E dois, porque um ser, que não me interessa seus motivos, praticamente exigiu que eu comentasse suas publicações- que provavelmente eram mandadas pra mim - e   que eu conversasse pelo bate papo. Pelo que saiba  ali , no facebook, é um lugar livre, não? curtimos e comentamos o que quisermos, né?

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Fotografo ou maníaco psicopata ?

 
    Um dia quando eu estava a caminho do meu antigo trabalho - pra quem não sabe, já trabalhei por um ano, como aprendiz, no Pão de açúcar, lugar de gente INFELIZ - um cara dentro de um carro me abordou do nada. Ele me chamou para a janela do carro e perguntou se eu não era irmão de um tal Lucas Osmar.
    Eu como não tenho Irmão fiquei surpreso com a pergunta. Pensei que ele pediria alguma informação sobre ruas, ou locais, mas logo respondi que não.
    Ouvindo a minha resposta ele disse que estava perguntando, por quê no dia anterior, ele tinha tirado fotos desse tal Lucas Osmar,  e que ele se parecia muito comigo
    A partir daí eu fiquei sem entender o que estava acontecendo. Pensei que chegaria no meu trabalho, quer dizer, no meu maldito antigo trabalho, numa boa. Ouvindo o que ele disse, tirei os fones de ouvindo e disse apenas: "Hum entendi", sem realmente entender.
    Logo em seguida ele perguntou  aonde eu trabalhava e que horas começava e terminava minha jornada.
    Por algum motivo desconhecido, eu lhe respondi com respostas verdadeiras. Eu, por natureza própria, sou muito desconfiado, mas sem pensar ou por não ver maldade, entreguei algumas informações sobre o meu cotidiano.
    Nesse exato momento o semáforo abriu, e ele precisou acelerar o carro para fazer o pequeno trânsito daquela rua - que não me recordo o nome, mas que ficar perto da Oscar Freire, rua que passei 12 meses, exatos 12 meses, indo, para prestar o meu trabalho naquela maldita loja do Pão de açúcar - fluir. Só que ele virou o carro para a rua da direita, que por coincidência ou não, era a rua que eu precisaria entrar.
    Quando virei a rua, percebi que o  recém conhecido, tinha estacionado o carro na frete de um prédio e quando estava passado ele retornou a me chamar. Quando me aproximei mais uma vez na janela do carro, ele  disse que tinha me abordado porque  estava indo fazer umas fotos para uma revista italiana de moda e que queria fazer uma sessão das mesmas, comigo. 
    Ouvindo isso, fiquei surpreso mas ao mesmo tempo apreensivo. Por quê um suposto fotografo iria justamente me abordar para fazer umas fotos para uma revista italiana? Eu sei que existe os tal olheiros mas mesmo assim é algo que você não espera que aconteça.
    Quando eu iria responder, ele me perguntou a minha  idade, altura e peso, e perguntou novamente a minha jornada de trabalho. 
     Eu, mais uma vez, respondi
     Então ele perguntou se eu não poderia ir lá no estúdio fazer as fotos. Articulou com convicção que seria rápido e que poderia confiar nele. 
     Nesse exato momento, percebi que tinha duas escolhas que poderia trilhar; Eu poderia entrar no carro - que por sinal era um C3 - de um estranho com a promessa de algo que não poderia acontecer, ou poderia recusar o convite e ter mais um dia normal na minha vida.
    Por mais tentador que poderia ser a proposta eu nunca iria entrar no carro de um estranho, ainda mais, ir para um lugar que eu não sabia, por isso recusei o convite. Não nego que fiquei pensativo na hora, mas seria, no minimo, burrice ter decidido ir com ele.
    Depois desse pequeno acontecimento da minha vida que  acabei de relatar, finalmente chegamos ao ponto em questão, ao ponto que quero chegar. Essa pequena história da minha vida  se baseia unicamente em escolhas. Sim, escolhas. O meu futuro foi feito através daquela e mil outras escolhas que já fiz na minha vida.  Talvez, naquela determinada situação, eu tenha feito a escolha certa; Quem garante que aquele homem seria, de fato, um fotografo? Ele poderia muito bem ser um maníaco psicopata que sai pelas ruas procurando pessoas para fazer o que sua doente mente ordenasse. Ou talvez eu tenha feita a escolha errada; Ele realmente poderia trabalhar nesse ramo, e por seus motivos, achou o meu perfil adequando ao trabalho que estava fazendo e por não ter aceitado ao convite dele, tenha perdido uma das melhores oportunidades da minha vida.
    Não estou dizendo que me arrependo da minha decisão naquele momento, mas nunca vou poder ter a absoluta certeza que o que decide foi o melhor pra mim - mas com certeza foi o mais seguro.
    Todas as escolhas quando são feitas, por mais que sejam decididas sem intenção, tomam um caminho que, muitas vezes, não tem volta. Consequências ganham pinceladas através das nossas inúmeras e cotidianas escolhas. Elas são os alimentos da vida.


   

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Happy Birthday

    Quando o meu aniversário está próximo, intencionalmente ou não,  uma ansiedade e perspectiva, tomam conta da minha mente. Talvez seja porquê é nesse dia que eu perceba, com mais intensidade e consciência, que o tempo passa muito rápido e que dias, horas e minutos da minha vida, nunca mais voltarão. Ou pela atenção, que, querendo ou não, eu vá receber da minha família e amigos, que consequentemente - e eu espero - tragam presentes pra mim. Ou outro motivo, pode ser o meu receio de envelhecer, mesmo sabendo que ainda estou muito novo.
    Mas esse aniversário tem um gosto diferente. Um pouco mais acentuado. Esse ano, mais precisamente dia 23 de julho, vou completar 18 anos. Posso dizer que datas anteriores como essa, foram, de certa forma, marcantes pra mim. Ano passado mesmo, tive duas festas surpresas. Não nego que todo ano, espero que isso aconteça, mas nunca imaginei que poderia acontecer em dose dupla. Já quando completei 8 ou 9 anos, ganhei de presente, da minha irmã mais velha, uma completa e fervorosa surra. Eu sei, que fui uma criança "agitada", mas pelo menos no meu aniversário, ela poderia ter aguentado os meus constantes socos, chutes e cabeçadas que eu lhe dava. Também lembro, que queria por queria, completar 10 anos. Achava tão interessante ter dois dígitos representativos na idade. Mas esse ano, estou meio atônito.
    Finalmente, depois de longos anos, vou poder por completo determinar o rumo da minha vida. Serei, por lei, de maior, um adulto - mesmo não me sentido um -, mas por mais incrível que possa parecer pra muitos, muitos que sonham ou sonhavam por esse dia, estou ligeiramente  preocupado. 
    O total peso da responsabilidade, cairá, a partir do meu próximo aniversário, inteiramente nas minhas costas. Sairei da liberdade condicional. Tudo que eu vá fazer, terá suas consequências interligadas diretamente e absolutamente à mim. Toda essa "liberdade" que vou, depois de 17 anos, receber é revigorante, mas também é algo inconstante, pois ter mais responsabilidade, não significa que será mais fácil a minha vida, que terá mais facilidade ou mais Privilégios.
    Não sei o que irá acontecer comigo a partir do dia 23, só sei  que até aqui, eu chorei, ri. sofri, aprendi enfim. Desejo que os meus 18 anos sejam tão marcantes como os anteriores.