terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Hipocrisia é uma arte de viver

 
   Vocês não leram errado. O título está perfeitamente correto, em relação ao meu ponto de vista. Se não fosse pelas palavras contraditórias, seria uma bela frase. Até o final deste texto explicarei a afirmação que fiz.
   A sociedade está repleta de hipocrisia. Negar esse fato é o primeiro sinal de impostura. Pra ter um exemplo mais significativo: Se você perguntar se as pessoas têm algum tipo de preconceito, seja ele por religião, ou a falta dela, opção sexual, raça, gosto musical... e por aí vai, provavelmente 99,8% das pessoas irão dizer  que não. Mas se  não existe um número expressivo de pessoas prejulgadoras, por quê o preconceito existe? Ou, o fato de existirem milhares de pessoas que se dizem preocupadas com os problemas do mundo. Se todas essas pessoas, que dizem ser solidárias, realmente fossem pró-ativas  aos problemas alheios, não existiria tanta desigualdade social. Hoje, ser o cidadão ecologicamente correto, livre de preceitos negativos, muitas vezes, fica em  palavras e nada mais.
   Agora vamos pensar juntos. Se não existisse essa  hipocrisia globalizada, se as pessoas fossem e expressassem o que verdadeiramente são e acham, o mundo seria melhor? Sinceramente, acho que não. Por mais que a falsa positividade, seja algo sem fundos e mandamentos, ela impende que as pessoas  demostrem suas verdadeiras opiniões à céu aberto, o que fará que certas situações sejam canceladas. Não estou dizendo que concordo com a hipocrisia. Não mesmo. Estou dizendo que essa aleivosia, mesmo sendo fingimento, tem seu lado, mesmo superficial, benevolente. Mas defendo eternamente que se  convicções são escondidas, por não serem o certo, uma revisão dos mesmos deve ser feita.
   Agora vamos voltar ao ponto inicial. Ao fato de ter confirmado  que a hipocrisia é uma arte de viver. Toda vez que eu escuto a palavra "arte' a primeira coisa que vem na minha cabeça são quadros e obras primas. Eu sei que arte está amplamente ligada a vários outros fatores, mas essa primeira visão que tenho, sobre a palavra é quase automática. Uma vez, quando fui ao museu - valia nota pra escola - fui apresentado a uma obra de arte que era exatamente um vaso sanitário virado de cabeça pra baixo. Por mais que eu tenha a noção de que aquilo, na concepção do autor, significava outra coisa, visualmente era e sempre será um vaso sanitário.
Acontece a mesma coisa com quadros. Quantas vezes não vemos uma pintura e aos nossos olhos tiramos a conclusão  mais obvia, mas na realidade um total e diferente sentido esta nivelado. Acontece o mesmo com a hipocrisia. Por trás da extensão  uma verdade está guardada. Vemos a hipocrisia estampada em nossas caras, mas sem perceber, ou não, convivemos com o falso conceito que ela proporciona. É por isso que digo que a hipocrisia é uma arte de viver, porque arte, aquela que vem na minha cabeça, e abstrata sendo que sua superfície é totalmente falsa. 


sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

5 músicas que todos deveriam escutar antes do fim do ANO

 
   Decidi selecionar cinco músicas que, na minha nada humilde opinião, todos deveriam escutar antes do ANO acabar. Eu escrevi ANO mesmo, e não MUNDO. Não aguento mais piadas sobre o fim do mundo. Se ele vai acabar, eu não sei, mas se for, que seja logo. Assim termina com essa falta de criatividade nos comentários dos outros.
   Mas pra deixar claro, essas cinco músicas não são as minhas preferidas. Não conseguiria eleger as melhores, porque acharia um desrespeito com as outras - que por sinal são muitas - que escuto e gosto.




Beyoncé: I was here





Muse: Madness





The Foster People: Pumped up kicks





Lana Del Rey: Ride





Titãs: Epitáfio



    Repetindo, essas não são as minhas músicas favoritas. Fiz estas escolhas simplesmente pelo fato delas tocarem, atualmente, mais vezes no meu celular. E porque elas são importantes pra mim, como tantas outras.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

O meu vazio, ou sei lá o que for

 
   Esses dias eu estava sentindo uma felicidade totalmente desconhecida. O surgimento desse sentimento  misterioso veio sem nenhuma explicação. Eu não comecei a namorar. Muito menos arrumei um emprego. E também não fiz nada estimulante durante esse período de esplendor. Simplesmente estava feliz. Sentindo a vida mais leve. Sem nenhum problema em mente. Mas durante essa fase de gloria, eu estava totalmente consciente que, infelizmente, essa felicidade passaria. Até disse pra mim mesmo, que deveria aproveitar esse gosto diferente da vida. E, como imaginei, minha previsão estava certa, e, novamente, retornei a minha realidade. Não estou dizendo que sou uma pessoa infeliz, mas não nego que gostaria de ter mais motivos pra se orgulhar.
   Eu sei que ultimamente, minhas publicações aqui estão mais particulares e complexas, mas venhamos e convenhamos, se eu  não usasse a minha vida, principalmente minhas reclamações sobre ela, como combustível , o que eu colocaria aqui? Jamais criaria um espaço, nesse mundo infinitamente grande que é a internet, para comentar a vida de famosos. E, embora goste muito de músicas, jogos e filmes, não teria tempo - isso é mentira, porque ultimamente tenho bastante tempo livre - e paciência para publicar novidades todos os dias. Então o que me resta é a minha humilde e talvez, desinteressante, vida.
   Hoje de noite fiquei parado de frente à janela do meu quarto, observando a paisagem, que verdadeiramente não tem nada de interessante e chamativo. Embora minha visão estivesse fixada na rua e seus poucos passantes, minha mente estava concentrada no vazio. No meu vazio interno. Não sei, mas sinto e há  muito tempo, que algo está me faltando. Só pra constar não estou carente. Sério mesmo. Esse vazio é mais como se  fosse uma raiva de mim mesmo que vem quando quer. Tento, algumas vezes e em vão, entender esse vazio, raiva, medo ou sei lá o que for, que eu sinto. Mas nunca chego na resposta que desejo e muito menos consigo amenizar esse desconforto que sinto. Só sei que quando vejo alguém feliz, fazendo algo estimulante, penso no motivo de não está fazendo o mesmo. Sei que o que pode ser fácil pra uns, pode ser  extremante difícil pra mim, mas se eles conseguem, pelo menos fingir que são felizes, inteiramente, por que eu não posso?
   Quando estou de frente para os meus conflitos internos, tenho duas alternativas: Ou me desligo do mundo, ouvindo uma boa música, que com certeza  irá aumentar meu grau de depressão. Ou simplesmente sinto, sem nenhuma relutância, essa dor mental e aproveito a nada feliz ocasião para descrevê-la aqui.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Abrindo o baú pela terceira vez

   Pra ser sincero, toda vez que eu faço esse " Abrindo o meu bau", que consiste em divulgar verdades sobre mim, ou lembranças que me marcaram,  só tomo tal decisão porque no momento estou sem nenhum assunto, mais interessante, em mente. Portanto segue abaixo 5 fatos da minha vida.


1° verdade

Quando eu tinha uns 7 ou 8 anos, machuquei seriamente  metade do meu rosto. Eu me lembro que nesse momento  estava brincando com meus primos e amigos de corrida. A trajetória dessa corrida era uma subida. Nós tínhamos que correr até o poste que ficava no alto da rua e depois descer e tocar o portão da casa da minha tia. Quem fizesse esse caminho primeiro ganharia a corrida. Como eu já era competitivo desde pequeno, corri como se estivesse fugindo de alguém. Tudo correu muito bem na subida. Mas quando eu estava descendo, quase chegando ao portão, eu tropecei, e ralei  metade do meu rosto na rua,  por alguns segundos. Eu lembro que na hora fiquei com vários cortes no rosto, e depois de alguns dias ficou uma enorme casca de machucado. O mais interessante é que na época eu não fiquei intrigado com o ocorrido. Pelo contrário. Exibia o machucado com orgulho. Mas hoje eu agradeço muito mesmo a Deus por não ter ficado com nenhuma marca no rosto.


2° verdade

Se existe três coisas que me incomodam demasiadamente, elas são: Caras que andam sem camisa, mulheres  que saem quase peladas de casa e pessoas que escutam qualquer tipo de música, sem o fone de ouvido. Sério, pra que sair de casa sem camisa? Não importa se o cara está em forma ou não, acho um ato de total desespero por atenção. Acontece o mesmo com as Vadi.... que dizer, com as mulheres que saem de casa quase despidas. Também não importa se elas tem um corpo legal ou não, acho que bom senso todos deveriam ter. Já o caso das pessoas que escutam músicas sem o fone de ouvido, em lugares públicos, essas deveriam ser processadas, julgadas e trancafiadas pela sua má conduta, e, por muitas vezes, seu mal gosto musical. Ninguém é obrigado a escutar as batidas e palavrões que muitos gostam de ouvir.


3° verdade

Já assisti, assisto e com certeza vou assistir filmes adultos - o que a falta de assunto e criatividade não faz em...- Por mais que neguem, todo mundo, principalmente os homens, fazem o mesmo, só não admitem. Seria até estranho se eu dissesse que não assisto esse conteúdo. Tenho 18 anos, meus hormônios estão agindo normalmente, e , mesmo sendo racional e sistemático, sou humano. Se você é homem, com certeza você entende, mesmo timidamente, mas entende. Já se você é mulher, bom.... também acho que entende, mas caso não, e ache que isso é nojento.... bom, as vezes é mesmo, mas é a realidade.


4° verdade

Às vezes eu me assusto com os meus pensamentos. Não por pensar em maldades ou coisas horríveis e sim pelas conclusões que faço por mínimas questões, ou pela quantidade de tempo  que gasto imaginando as mais variadas circunstâncias. Muitas vezes, faço isso sem perceber. Automaticamente. Até tento ter um controle, mas na maioria das vezes não consigo.


5° verdade


Eu nunca percebo quando recebo uma indireta de alguém. Sério mesmo. Podem jogar, arremessar, ou atacar, se não for claro e explícito a indireta eu nunca vou achar que é pra mim. Toda vez que eu suspeito que fui alvo de uma intenção nivelada, eu tento achar as mais distintas respostas, e no final, deduzo qualquer coisa, menos que recebi uma cantada. Acho que isso acontece, porque sou muito desconfiado, e portanto, não acredito facilmente em nada que eu  não tenha absoluta certeza. 

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Segundos de glória

 
   Hoje eu estava assistindo uma das minhas séries favoritas, como faço quase todos os dias, quando de repente escuto uma frase bastante  interessante. Já havia assistido o episódio várias outras vezes, mas só hoje fiquei mais aguçado à algumas palavras desse episódio. Uma das personagens dessa série disse que quando alguém acredita em nós, tudo fica mais fácil. Um propósito é nós dado e reforçado quando sabemos que alguém está torcendo por nós - essa parte não foi bem assim, mas tem o mesmo sentindo.
   Ouvindo essa locução fiquei por alguns minutos pensativo. Comparando e verificando essa conclusão.  Depois de algum tempo reconheci que era a mais pura verdade. Podemos até não admitir, mas quando temos a consciência de que alguém, está ali, nos apoiando, tudo fica, ou pelo menos parece,  mais fácil. Não importa se o caminho até o nosso objetivo é longo, tortuoso ou cansativo, quando sabemos que alguém estará nós esperando  lá, na linha de chegada, parece que conseguimos achar uns atalhos, ou quebrar entulhos, até chegar no ponto final.
   Entretanto, quando esse alguém não existe, o que podemos fazer? Se alguém souber a resposta, espero que compartilhe comigo, pois não faço a mínima ideia. Quando não há uma segunda voz, além da minha consciência , a ser ouvida, a única alternativa que resta, é eu me apegar as minhas convicções e  ser guiado e forçado a  seguir a trilha sozinho.
   Agora mudando um pouco de assunto, que nada mais é do que um pequeno desvio, embora esse desvio tenha um certo relacionamento com o que já mencionei anteriormente. É muito fácil as pessoas acharem soluções para os nossos problemas. Pra elas tudo e muito simples. Acham que dizendo meia duzia de palavras, tudo  já foi resolvido. Quantas vezes eu não escutei as seguintes palavras: " Nyell, você é jovem, bonito, tem saúde. O que mais você quer? " O que eu quero eu verdadeiramente não sei, mas sei que não  está apenas baseado nessas questões. Sim, eu sei que sou jovem. Reconheço que sou bonito. Ta bom, vai, muito bonito - tenho que aproveitar que, por razões totalmente desconhecidas, minha auto estima, está lá em cima. Momento que ultimamente é muito raro. - E agradeço todos os dias, pela minha saúde. Mas quero mais. Quero ir além. Talvez esse "mais" esteja relacionado a realização dos meus propósitos. Ou achar um que verdadeiramente seja importante e válido. Talvez.
   Neste instante a única voz que escuto e a minha. Se pudesse escolher, nesse momento, preferiria ouvir uma nova. Uma mais experiente e que pudesse me infiltrar coragem, sabedoria e determinação. Porém  sei que não posso escolher. Ou melhor. Sei que sou muito orgulhoso à pedir que alguém produza esse som.
    Também ouvi alguém dizer, que podemos nos recriar para melhor a cada segundo da nossa vida. Sim, concordo com essa afirmação. A cada segundo podemos mudar de opinião, fazer novas escolhas e formar novas concepções. Mas quando será que esses segundos de glória, chegaram?  Eu desejo que, em alguns segundos perdidos por aí da minha vida, eu possa me recriar e perceber que a voz do meu consciente está, firme, forte e ativa. E  agradecer a ela, por ter chegado e realizado os meus propósitos.  
 
 
   

terça-feira, 20 de novembro de 2012

A minha caixinha

 
    Dizem que a vida é uma caixinha de surpresas, só que eu nunca imaginei que essa caixinha fosse tão grande. Aliás, se fosse fazer jus a comparação, a vida deveria ser considerada um arsenal de surpresas,  porque uma mísera e pequena caixinha não seria capaz de guardar escolhas, momentos e significados tão profundos e desproporcionais.
    Toda vez que essa "caixinha" é aberta, uma nova realidade é nos entregue. Não sabemos o que ela nos dará, mas podemos ter a absoluta certeza que algo acontecerá. Essa nova realidade não tem hora pra chegar,  e muito menos pra ir, o que às vezes pode ser uma pena. Quando menos imaginamos, algo totalmente imprevisto acontece. E o que é mais (engraçado) disso tudo, é que essa nova realidade parece, pra mim, ser contra a anterior. Quando penso que finalmente resolvi os problemas que essa maldita caixinha me deu, novos e mais complexos surgem. Ou quando acho que a vida cessou seus ataques, e agora posso descansar e tentar ser pleno por completo, novamente essa caixinha se abre, e mostra que esse momento foi apenas uma pequena e passageira trégua.
    Na minha vida, não me recordo de nenhum momento em que eu estava totalmente pleno. Toda vez que eu conquistava alguma coisa, outra era me retirada. Ou quando realizava algo que desejei com muita avidez, percebia que já queria outra. A vida nunca foi totalmente completa pra mim. Eu sempre estou inventando novos pedaços. Ou estou criando, involuntariamente,  dificuldades pra mim mesmo.
    Eu tenho o abito de ficar me imaginando futuramente. Nessas cenas eu me vejo independente financeiramente. Me vejo com maturidade plausível em questões da vida . Minha auto estima, nesse meu devaneio, está estabilizada e não oscilando como ultimamente. E não me vejo apegado a minúcias ou neuroses. Essas imagens são uma das poucas coisas que me fazem continuar. Talvez eu nunca  serei essa pessoa dos meus sonhos. Talvez eu nunca entenderei o que é ser quase perfeito. Mas sei, com demasiada veemência, que acreditar,  mesmo que seja algo quase impossível, não custa nada.
    Enquanto estou aqui, terminando esse texto, a minha caixinha de surpresas pode estar sendo aberta. Não nego que fico receoso em imaginar o que está prestes a vim. Mas a um certo tempo, decidi não questionar os motivos que levaram ela a me surpreender. Agora, simplesmente, mando ela  ir toma no cu, e procuro, mais uma vez, as intermináveis respostas.  

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Todos, querendo ou não, somos formadores de opinião

  
   Quando defendemos e compartilhamos as nossas opiniões, muitas vezes somos crachá-dos e levados para um seleto grupo, que na maioria das vezes não nos pertence diretamente. Todos tem o direito de expressar suas convicções, pensamentos e crenças, mas quando fazemos isso, automaticamente marcas são dadas, involuntariamente ou não, causando registros para as nossas vidas. Por exemplo: Quando as pessoas  reclamam das suas vidas afetivas, são, entre linhas, reconhecidas como encalhadas e sozinhas. Ou aquelas pessoas que passam muito mais tempo no mundo virtual e fictício que a internet e os filmes, séries e jogos proporcionam, são identificadas como Nerds, que não pega ninguém.
    Por mais que vocês não concordem com o que mencionei, não se pode negar que há uma certa relevância. Eu mesmo, embora não deveria, assemelho títulos ás pessoas que, como eu, expõe suas concepções. O facebook  mesmo, é um ótimo lugar para isso. Quando leio as atualizações dos outros na minha página - só assim eu leio o que os outros usuários publicam, porque como já mencionei aqui, quando fuço o perfis dos outros usuários, sinto que a vida deles é melhor do que a minha, e mesmo que não seja, prefiro privar a minha curiosidade - às vezes coloco a minha nada humilde opinião: " Nossa que menina carente, pra que postar isso", " Não faz o menor sentido o que esse trouxa postou", " Essa porra ainda se acha? aff "...
    Hoje em dia todo mundo se tornou um formador de opinião. Mesmo que sua resolução não seja verídica, todos tiram suas conclusões. Mas percebi que essa formação de verdade ou mentiras, acontece com todos, inclusive comigo. Nesse instante, enquanto vocês estão lendo esse texto, uma opinião  está sendo formada para ele. Talvez ela seja apropriada. Ou ela  seja mal interpretada. Ou até entendida, mas considerada um lixo. Sim, esse é o preço que pagamos quando exibimos nossas opiniões. Todos nós, e eu disse todos mesmo, sempre vamos criar uma opinião a respeito dos outros e suas atitudes. Isso é normal - eu acho. - Agora o que não é normal, ou pelo menos não é legal, é compartilhar sua opinião, que foi provida através de outra pessoa, de uma forma negativa .Embora eu insulte alguns usuários do face por causa das suas opiniões, esses meus comentários não saem andando nos ouvidos dos outros, porque lá cada um posta o que quer e lê quem quiser. Você pode até achar uma bosta esse texto, mas é a minha opinião que está aqui, e mesmo que você não concorde com ela, eu peço que a respeite.
   Como mencionei agora pouco, todo mundo se tornou um formador de opinião, mas ao mesmo tempo que colocamos a nossa ,temos que ter a total liberdade e consciência que outros faram o mesmo. Talvez não iremos aprová-las, mas devemos, no mínimo, guardar as nossas sentenças pra nós mesmos.